Iphone X: o famigerado ofuscador de iphone 8

Na tarde desta terça feira, a Apple para inaugurar a sua nova sala de conferências, o Steve Jobs Theater, e também para lançar seus novos gadgets – com enorme hype em cima da edição de 10 anos do primeiro iphone.
No evento houve o anúncio da nova edição do Apple WATCH Series 3, Apple TV 4k e IPhone 8. Esse último não trouxe inovação alguma, apenas como mais um dispositivo – destaque para a sua câmera, a qual foi a única inovação da geração passada, como foi com o iphone 7, que em meses, a Google anunciou um smartphone superior em qualidade de câmera e ainda com preço mais acessível -, mas o destaque das duas horas de conferência foi a revelação do IPhone X, a edição de 10 do aparelho da maçã.

Trazendo Chipset Apple A11 Bionic, o mesmo que está presente no IPhone 8, o seu real destaque é seu design reinventado e sua tela; chamada de Super Retina Display, ela ocupa toda a parte frontal do aparelho apenas deixando uma faixa na parte superior onde fica a câmera frontal e o sistema de biometria/reconhecimento facial. Essa faixa chega a ser bastante incômoda, mas a Apple vai trazer uma configuração que possamos contorna-la.

Chegamos a um momento em que não podemos esperar muita inovação das empresas, as tecnologias que estão no mercado atual já suprem nossas necessidades, e as vezes, conseguem supera-lá. Mas uma coisa que incomoda é o lançamento de uma versão chamada iphone 8/plus. Com o tempo gasto para projetar Hardware e Software com esse modelos, seriam bem mais aproveitados se fosse direcionados para o iphone X.

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E aí, qual sua opinião com essas novas versões do IPhone. Acho bastante importante debatermos sobre – óbvio, aqueles que se interessam com a tecnologia é smartphone em geral -, pois querendo ou não, a Apple é a referência principal em quesito Smartphone, quantos smartphone tinham Sensor de impressão digital antes do IPhone 5s? 

Até mais ♡

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Análise da nova Selena Gomez: Bad Liar e Fetish

Quando falavam “Selena Gomez” para mim, a reação era “ECA!”, mas após o lançamento de Fetish, eu acabei me agradando com a vibe que a canção carregava.

Após vários repeats de Fetish no clipe do YouTube e no Spotify, parei pra ouvir mais atentamente a música Bad Liar, lançada a um mês antes de Fetish; acabei me agradando mais ainda.

Após essas considerações, vamos para o histórico de composições da Selena Gomez: a cantora (ex disney), por volta de 2013, começou a ganhar uma projeção maior que ela tinha na época de sua série com a canção Come Nas Get it, logo após a separação com a sua Banda, The Scenes. Após muita crítica, Selena passou um tempo sem aparecer muito na mídia até lançar Good For you em 2015, com um estilo musical bastante diferente que ela carregava antes.

Depois de uma era mais “chic”, mais madura, Selena agora encarna uma mulher com o poder de sua mídia e toda a transformação.

Bad Liar e Fetish são superiores musicalmente que toda a era Revival, encaramos agora uma Selena mais madura.

Bad Liar é uma conversa que fazemos com nossos amores, mas com um diferencial absurdo, a voz minimalista e rouca que a Selena nos mostra.

Fetish possui vocais mais diferentes da primeira, se assemelha bastante com “Let Me Love You” da Ariana Grande, porém, traz uma Selena muito mais sexy, falando sobre fetish; e um grande destaque para a Selena “dona de casa” do clipe que está entediada da vida e tenta coisas novas, como, comer sabonete e vidro. 🤙🏾

É uma evolução, tanto musical quanto pessoal essa nova Selena, quando sair esse próximo álbum eu farei uma review com muito prazer, e espero que vocês OUÇAM essas canções para avalia-las comigo.

Momento de apreciação: Etílica/Interlúdio (pot-pourri) – Céu ft. Tulipa Ruiz

Para representar a nova MPB, céu nos trouxe o Tropix em 2016, seu quarto álbum de estúdio pela Slap/Som livre. O cd que recebe influências da Tropicalia dos anos 60 e várias melodias poéticas; em meio delas uma se destaca, Etílica e sua extensão Interlúdio.

Etílica é aquela canção para final de balada, onde um sujeito alcoolizado liga para outro também alcoolizado. A segunda, Interlúdio, é apenas uma junção de melismas da Tulipa Ruiz e da própria Céu.

Minha recomendação de hoje é a playlist do spotify Indie Brazuca, onde estão localizados os principais cantores da nova MPB e seus hits.

Momento de apreciação: Never Catch Me – Flylo ft. Kendrick Lamar

Um certo dia, nos primórdios dos streamings de música, eu utilizava o spotify, e uma função que já existia (e muito relevante também, recomendo), o “Descobertas da Semana” me recomendou essa maravilhosa faixa chamada ‘Never Catch Me’.

A faixa é assinada pelo Rapper/Produtor Flying Lotus, e com o Rap do Kendrick Lamar.

A canção é como se fosse uma introdução ao seu eu mais profundo, o qual não se externa pra ninguém, só para a pessoa que merece; possui até uns momentos poéticos e sobrenaturais, tanto na letra quanto no clipe. Esse remete as mortes de negro pela violência polícial.

Recomendo ouvir o álbum do Flylo, tem muitas músicas instrumentais e os clipes no canal dele são sempre bem MindMaze.

Foster the People libera o visionário e psicodélico clipe de Doing It For The Money

Na tarde desta sexta feira, fomos presenteados com o Clipe do primeiro single do disco intitulado “Sacred Heart Club”, o clipe de ‘Doing It For The Money’ é uma anorme poesia, quase que uma obra de arte do que a tecnologia pôde fazer.

Leia também:

Review – Sacred Heart Club (FTP)

O clipe foi editado com a técnica chamada DeepDream, que de certo modo, me causou até uma tontura; logo no início do clipe, ele nos mostra a seguinte frase “Desde o início, os humanos sonham. Apenas recentemente, computadores conseguiram mergulhar em seu subconsciente. Imaginando coisas fantasticas. Este projeto trás à tona as fantasias que os computadores têm enquanto estão “sonhando profundamente”.

Uma clara referência ao nome da técnica. Há uma mescla de imagens de animais e de “bestas” com as imagens produzidas pela banda de L.A.

Com toda a produção e a direção do Daniel Henry, nos trouxe um projeto final parecido com os da Banda Tame Impala, é uma pura viagem de ácido, porém de certa forma é poético e visionário.

O Clube do Sagrada Coração de Foster The People: Review do Álbum

Na sexta feira passada (dia 21 de julho), fomos agraciados depois de alguns anos com o novo álbum da banda indie californiana, Foster the people, o álbum se chama ‘Sacred Heart Club’, e veio a ser um disco importante, marcando uma nova era para a banda do Mark Foster.

O seu antecessor, ‘Supermodel’ teve um acolhimento meio morno na crítica, porém foi uma era importante, pois marcava o fim de um ciclo, com a saída de Cubbie Fink, a banda precisava revitalizar, nas mídias, a banda era representada pelo trio Mark Foster Pontius e o Cubbie, porém, nos palcos subiam mais dois, agora o Sean Cimino e Isom Innis também divulgam com seus rostos.

Para iniciar essa nova era, foi lançado o EP digital III, que mostravam três músicas novas, ‘Pay The Man’, ‘SHC’ e ‘Doing for the Money’, e com uma identidade visual renovada e mais atual; seguindo na cronologia, faltando um mês para a liberação do álbum, foi liberada a faixa ‘Loyal Like Sid & Nancy’, e uma semana saiu a faixa ‘Sit Next To Me’, até finalmente o dia 21 com o cd completo liberado.

Pay The Man – Essa música tem toda a essência de o que é Foster The People, uma faixa bastante dançante mas com uma mensagem bem woke; Essas faixas foram feitas justamente pela eleição de Donald Trump, e todas as tragédias que estão acontecendo no mundo;

Doing It For The Money – Uma crítica social bem clara, como todos nós tornamos seres que só fazem as coisas pelo dinheiro que receberemos, e mazelas do mundo capitalista. A produção dessa faixa foi bastante linear, com todos aqueles beats que precisam ter;

Sit Next To Me – Uma ”baladinha romântica”, muito gostosa de se escutar e digo até fofa, o Foster canta usando seu falsete no refrão e usa uma voz mais suave do que em Pay The Man, como se ele explodisse em nessa faixa e se acalmasse nessa balada;

SHC – A faixa que dá o nome do CD, levei um tempo até entender que significava isso, outra balada, só que dessa vez conta uma história de briga de relacionamento, a guitarra e as bases dessa música traz uma certa felicidade ao ouvir;

I love my friends – É a ‘Don’t stop (colors on the wall)’ desse disco, não chega a ser uma música estranha pela letra, mas pela melodia, mas se a melodia não fosse estranha não seria Foster The People, é uma ode aos amigos que fazem coisas mesmo sem você está presente;

Orange Dream – É a música de transição que tem em todos os álbuns pop, uma produção muito gostosa e levinha, se tocar no aleatório eu amaria;

Static Space Lover – Da pra confundir fácil com uma canção de natal, igual a Waste do Torches, esses sinos da música e todo o arranjo parece muito uma canção natalina. Mas não é por isso que a canção é ruim, a música é muito boa, tem alguns beats que lembram Nevermind do Supermodel, e a voz do Foster começa bem aguda, se estranha até se foi ele que cantou;

Lotus Eater – Se I love My Friends é Don’t Stop do SHC, Lotus Eater é o Pumped Up Kicks do disco, tem uma vibe bem rock 2000, e o refrão não é cantado. Me lembra bastante a explosão na canção ”I´ll Come Crashing” da trilha sonora de GirlBoss. Alguns momentos a música chega a se parecer com Tabloid Super Junkie da versão vinyl do Supermodel;

Time To Get Closer – Outra de transição, essa é mais nos moldes de ‘The Angelic Welcome of Mr. Jones’, mas é uma transição digna a próxima faixa;

Loyal Like Sid & Nancy – O hino de ácido do cd, faz uma homenagem ao grande casal Sid Vicious e Nancy Spungen do Sex Pistols. Bem mais estranha que I love my friends, mas com uma vibe diferente que nos deixa alegre;

Harden The Paint – Uma clássica música de fim de álbum. Quase com a mesma função de A Begginers Guide to Destroy The Moon, umas batidas e auto tune que não sabemos como foram encaixada tão bem nessa canção;

III – Tem o papel triste de acabar com esse álbum maravilhoso, é quase uma mensagem para todo mundo que achava que eles não iriam conseguir voltar depois da saída do Cubbie.

O álbum acaba muito rápido, quando põe ele do início, não se percebe ele acabando, são introduções tão boas, um disco tão divertido que não se sente ele passar. Claro que como em qualquer álbum tem pontos negativos e positivos, mas nesse caso são mais pontos positivos que negativos.

NOTA: 10,00

MÚSICA FAVORITA: Pay The Man

DESTAQUE: As transições e a faixa Loyal Like Sid & Nancy

Seu novo Doctor é uma mulher, e sem CHORO!

Engraçado ver como os machos ficam ao saber que sua série favorita vai ser comandada por uma mulher, seu amado personagem de meio século se tornou uma mulher .💅🏾

Neste domingo (dia 16 de julho), a BBC anunciou quem substituirá Peter Cappaldi no papel de Doctor, e quando chegou a hora e anunciaram a Jodie Whittaker como a 13° encarnação de Doctor, na internet, choveu comentários como “agora o interior da tardias vai ser uma cozinha” ou “a chave de fenda sônica vai ser uma flor”, e eu me pergunto, por que toda essa chacota simplesmente por que a nova encarnação do Doctor é uma mulher?

Temos uma linha do tempo de 12 (13, contando com o War Doctor) de encarnações, e todos eles foram homens brancos, é muito importante que a BBC tenha feito essa escolha, principalmente que começamos a falar de feminismo de um modo mais aberto, nada mais justo, a série se renovar e ainda contar com a representatividade ao seu lado.

Sempre vai ter um ou outro macho chato falando mal da escolha, mas fazer o que, essa don a decisão da BBC e você falando mal não tem poder para retirar.

Falando um pouco da Jodie Whittaker, ela é uma inglesa de 35 anos, começou na televisão ao lado do David Tennant (10° doctor) em Broadchurch e participou de um episódio de Black Mirror. Sempre com papéis secundários, esse é o primeiro papel principal da carreira dela. A expectativa para o Doctor dela está bem alta, tanto pelos bater tanto pelas pessoas que amaram a notícia, porém, só teremos a aparição dela provavelmente no especial de Natal desse ano de Doctor Who (que irá ao ar dia 25 de dezembro), ou no início da 11° temporada.

É incrível saber que uma série tão tradicional tomou essa decisão, agora torcer e esperar para que a nossa querida Judi Whittaker traga com tudo essa nova era para Doctor Who, que ao final desse ano o principal roteirista Stephen Moffat, deixa a bancada; traga bastante aventura Jodie.